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Novamente Geografando

Este blog organiza informação relacionada com Geografia... e pode ajudar alunos que às vezes andam por aí "desesperados"!

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MARTE TEVE VIDA HÁ 3 MIL MILHÕES DE ANOS

Mäyjo, 10.02.17

marte

Hoje a paisagem de marte é inóspita, mas há fotos da sua superfície que revelam um passado muito diferente. Existem razões para acreditar que o planeta teve vida há 3 mil milhões de anos.

 

O deserto que hoje observamos em Marte, há 3 mil milhões de anos provavelmente estaria cheio de água. Fotos do planeta revelam marcas geológicas de antigas bacias de água.

Os investigadores acreditam que há 3,8 milhões de anos o planeta vermelho era de outra cor. Mais quente, e em tons de cinzento e azul, se visto do espaço albergaria numerosos lagos, rios e até um oceano.

Como água é vida, existem bons indicadores para pensarmos que houve marcianos a habitar o planeta. Não necessariamente humanóides, mas formas de vida. Para mais detalhes acompanhe a simulação da evolução de Marte, aqui.

A TERRA NÃO ESTÁ PRONTA PARA SE DEFENDER DA COLISÃO DE UM ASTERÓIDE

Mäyjo, 17.01.17

meteoro

Um cientista do Centro Espacial Goddard, da NASA, admitiu que em caso de um asteróide de grandes proporções entrar em rota de colisão com a Terra o nosso mundo poderá colapsar.

 

Joseph Nuth, cientista da NASA, não esteve com rodeios. Quando foi interrogado sobre a eventualidade de um asteróide entrar em rota de colisão com a Terra, respondeu que “a Terra sofrerá um evento de extinção e não há nada que possamos fazer”.

Investigador no Centro Espacial Goddard da NASA, no estado de Maryland, E.U.A., Nuth admitiu que ainda não desenvolvemos tecnologia suficiente para enfrentar um fenómeno desse género: “A raça humana não está pronta para um ataque surpresa de um asteroide (…) não há muito que possamos fazer”.

Falando durante a reunião anual da União Geofísica Americana, Joseph Nuth, adiantou que a melhor coisa que podemos fazer para nos proteger é construir um ‘foguete interceptador’ que poderia ser usado – no futuro – para uma missão de deflexão.

O cientista recordou que em 1996 um cometa passou perigosamente perto da Terra e que em 2014 o fenómeno voltou a acontecer. De facto, a possibilidade de uma colisão deste tipo existe, a notícia boa é que a hipótese de ela realmente acontecer, é baixa, dizem os peritos.

Foto: via Creative Commons 

 

NASA DESPEDIU-SE DE 2016 COM A SUPERFOTO DE UMA GALÁXIA DISTANTE

Mäyjo, 06.01.17

A cosmic megamaser

Para acabar o ano em beleza a NASA publicou no seu site a última fotografia tirada pelo telescópio Hubble. Trata-se da imagem da galáxia IRAS 16399-0937, a mais detalhada conseguida até hoje.

 

A galáxia IRAS 16399-0937 está a uma distância de 370 milhões de anos-luz da Terra e, ao contrário da forma em espiral de outras galáxias, tem uma emissão intensa de microondas.

Mas a sua originalidade não fica por aqui: a IRAS 16399-0937 tem também dois núcleos em vez de um, sendo que os dois estão afastados por 11 mil anos-luz. A galáxia compreende também um buraco negro com cem milhões de vezes a massa do nosso Sol e os dois núcleos que a compõem apresentam intensidades diferentes. O que está localizado a sul é muito mais ativo que o encontrado a norte da galáxia, porém os dois interagem através de trocas de poeira cósmica e gás.

Só a extraordinária sensibilidade das lentes do telescópio Hubber tornou possível a captação desta imagem de alta definição.

Foto: Spacetelescope.org

CIENTISTAS TRANSFORMARAM CO2 EM COMBUSTÍVEL…

Mäyjo, 11.11.16

POR ACIDENTE

bombas-de-gasolina

Uma equipa de cientistas norte-americanos descobriu, por mera casualidade, que o CO2 pode ser convertido em etanol, se submetido a elevadas pressões. Este pode ser o princípio de uma verdadeira revolução, com forte impacto na saúde do planeta.

 

Se for possível converter CO2 em combustível a uma escala industrial, passará a ser fácil impedir que os níveis de dióxido de carbono no planeta aumentem  ainda mais. Esta perspectiva está a animar a equipa do Departamento de Energia do Laboratório Nacional de Oak Ridge, nos EUA, que descobriu esta reação química por um feliz acaso.

“Estávamos a estudar o primeiro passo de uma reação, quando percebemos que o catalisador estava a fazer toda a reação por conta própria”, recorda um dos membros da equipa, Adam Rondinone.

A descoberta foi feita a partir de um catalisador com 50 a 80 nanómetros de altura composto por carvão, cobre e nitrogénio, depois de ter sido submetido a uma tensão elétrica de 1,2 volts. A reacção química não se fez esperar e aos olhos da equipa o CO2 transformou-se em etanol, num processo que obteve um rendimento de 63%. Os resultados foram surpreendentes, não só pela baixa quantidade de tensão elétrica necessária para obter aquele efeito, como pelo rendimento de etanol registado.

Note-se que no mês passado o planeta Terra atingiu o maior nível de dióxido de carbono na atmosfera dos últimos quatro milhões de anos.

Foto: via Creative Commons 

 

CROÁCIA: CÍRCULOS MISTERIOSOS DE ERVAS MARINHAS INTRIGAM CIENTISTAS

Mäyjo, 11.09.15

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Círculos no mar da Croácia